Durante um slot na Campus Party Nordeste – maior evento de tecnologia do País, que acontece em Peranmbuco foi apresentado na manhã desta quinta-feira (05), um projeto inovador para o Espaço Ciência.
Comandada pelo chefe de Gabinete da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti/PE), Aluísio Guimarães e o diretor de Sensibilização e Difusão Científica, Diogo Lopes, a atividade expôs os objetivos da iniciativa que busca modernizar a estrutura física do museu e trazer uma nova abordagem filosófica/pedagógica para o conceito.
De acordo com o chefe de Gabinete, o EspaçoNave CIiência é um projeto de hibridização do museu, que leva em consideração conceitos de escape rooms, comunicação científica, divulgação, sensibilização e popularização da ciência, e educação ambiental.
“Tudo isso é inserido em um contexto lúdico, baseado em uma storyline, onde o visitante participa de uma verdadeira ‘aventura científica'”, explicou Aluísio Guimarães. “Esses conceitos trarão uma experiência inovadora em um processo que utilizará a gamificação para promover o aprendizado de forma divertida e envolvente”, completou Diogo Lopes.
PALESTRAS
A Campus Party Nordeste também foi palco de um painel promovido pela Secti/PE, em colaboração com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Pernambuco (Facepe). O evento abordou o tema “Educação Tech: Oportunidades Que Conectam Empresas, Universidades e Governo”, reunindo especialistas e participantes em uma discussão enriquecedora sobre o futuro da educação tecnológica.

O gerente de formação tecnológica da Secti/PE, Wylliams Santos, destacou as iniciativas da secretaria, como o Compet Médio-Téc e o Compet Superior. “Relatamos diferentes programas ofertados pela Secti/PE e a Facepe, dentre eles, comentamos sobre o Compet Médio-Téc, que é um programa voltado para as escolas estaduais e para os professores”.
“Também falamos do Compet Superior, que é outro programa que oferece bolsas para professores e alunos, além de se conectar com empresas”, afirmou o gestor. Durante o painel, a professora Márcia Macedo, da Universidade de Pernambuco (UPE), compartilhou sua experiência com o Compet Superior.
“Participei das quatro edições e é uma experiência única. A gente tem a oportunidade de capacitar nossos estudantes, de trabalhar junto com as empresas para saber quais são as dores, os problemas e tentar solucionar, além de deixar um legado que é a formação dos estudantes para o mercado de trabalho.”
No final da programação do dia, o diretor de Inovação, Cesar Andrade falou sobre a possibilidade de negócios entre a academia e o mercado, e como o Governo do Estado pode contribuir no processo.
“Tivemos a possibilidade de falar sobre o cardápio que está disponível através de editais, através de chamadas que possam promover tanto financiamento quanto fomentar através de subvenção econômica para que empresas de base tecnológica, empresas de bases tradicionais e a academia possam trabalhar de maneira conjunta para o desenvolvimento de solução”, pontuou.
Fotos: Saulo Aleixo/SectiPE




