O bicho-grilo Adalbertovsky revela que os corações auriverdes balançam entre os amores de salvação e os amores de perdição, mais para as perdições. “É a sina da humanidade desde os tempos primevos quando Eva traiu Adão com uma serpente. Eu desafio: quem não viveu um amor de perdição dispare o primeiro torpedo de Wha
“Camilo Castelo Branco escreveu os clássicos Amor de Salvação e Amor de Perdição na cadeia, preso em primeira instância pelo simples fato de ter cometido adultério. Era um urso pé de lã. Nesta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz, são as sístoles e diástoles, contração e descontração do coração, de que falava o general Golbery do Couto e Silva nos tempos da anistia”.
“Mentira dizer que a mentira tem pernas curtas e o Brazil é o País do futuro. A mentira tem pernas do tamanho de um bonde e o Brazil é o País do passado. As paixões alucinadas pelo bode rouco e pelo capitão da seita do gado apontam para os abismos da perdição. Esta é a síndrome do coração partido”.
“Os corações partidos desta Terra da Verdadeira Cruz sonham com alguns lampejos de salvação nas novas rotações e translações planetárias deste vale de lágrimas, ilusões, amores e sonhos”. Assim falou o bicho-grilo Adalbertovsky aos seus discípulos. Leiam esta crônica com seus próprios olhos no Menu Opinião.
Por: José Adalberto Ribeiro – Jornalista




