POLÍCIA CIVIL SEGUE EM GREVE POR REAJUSTE DE SALÁRIO E MELHOR CONDIÇÃO DE TRABALHO

Em deliberação durante assembleia realizada na última segunda-feira, na Sede do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco – Simpol, policiais civis rejeitaram por unanimidade a proposta de 20% oferecida pelo Governo do Estado e decidiram entrar em greve, por tempo indeterminado.

Todas as atividades da Polícia Civil, do Litoral ao Sertão do Estado estão paralisadas. “Desde a deflagração do movimento às 18h30 da noite desta terça-feira (15), monitoramos durante toda a madrugada e estamos com uma adesão de 90% de todas as delegacias e institutos do Estado”.

“Ou seja, 90% da categoria está comprometida com a greve”, destacou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco, Rafael Cavalcanti. Os policiais civis de Pernambuco estão sem aumento com ajustes inflacionários desde 2019, sem aumento proporcional”.

“O Estado tem oferecido um aumento de 20%, e com o pagamento só para julho, vale lembrar que o que nos oferecem não cobre nem a inflação dos últimos três anos, o que dirá a inflação que vem agora de 2022, que já tem uma projeção de 6% a 7%”.

“O que nós pedimos é que seja próximo ao que foi dado aos professores 30%, 35%. Após sete meses tentando negociar, dialogar e buscar uma saída que a categoria se sinta valorizada, chegamos ao nosso limite. Quem nos empurrou para essa greve foi o Governo do Estado”, disse o Líder Classista.

As principais queixas da categoria são relacionadas às condições de trabalho – principalmente no que diz respeito ao estado dos equipamentos públicos – às estruturas de delegacias e ao baixo investimento em segurança pública, por parte do Governo de Pernambuco

 Foto: Divulgação/Sinpol.

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