Deputada estadual, Débora Almeida (PSDB) fez um alerta nesta quinta-feira (23), para a necessidade urgente de barrar possível ameaça sanitária, em Pernambuco causada por grave doença contagiosa, que acomete aves silvestres e domésticas, com registros, em alguns países da América do Sul.
Com casos já confirmados na Argentina e também no Uruguai, países fronteiriços com o Brasil, localizados exatamente em regiões produtoras de aves no nosso país, a Influenza Aviária, também conhecida como ‘gripe aviária’ vem tirando o sono de produtores de todo o país.
Para a Parlamentar, que representa o agro na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), com atenção para produtores de todas os níveis. “O momento é de grande atenção e expectativa, mas não podemos deixar que a doença se instale no país e em nosso Estado para tomarmos as medidas necessárias”.
“Além da avicultura ser uma importante fonte de renda dentro da economia do Estado, uma doença nesse porte tem o poder de dizimar as aves e por tratar-se de um vírus, atacar alguns mamíferos” destacou a Deputada”.
É importante destacar que a trajetória profissional de Débora, também passa pelo setor avícola. Ela governou o Município de São Bento do Una, no Agreste pernambucano – maior produtor de aves do Estado – por dois mandatos consecutivos.
O vírus pode causar a morte súbita das aves, chegando a atingir 80% da criação. Em caso de mortes muito rápidas, as aves sequer apresentam sintomas da doença que são tosses, espirros e muco nasal, inchaço da crista e barbela, edema nas articulações, falta de coordenação motora (em razão da ação da doença sobre o sistema nervoso), além de diarreia e desidratação.
Ainda segundo Débora Almeida, para enfrentar o mal, existe a necessidade de os criadores de aves implantarem um Programa de Biosseguridade, no qual uma série de ações devem ser tomadas para garantir a integridade da criação avícola”.
Ações como: isolamento, controle de trânsito, higienização, quarentena – vacinação médica, monitoramento e registro, controle de doenças, além de outras medidas compõem a chamada “corrente da biosseguridade”.
Foto: Jakson Costa




