GOVERNO INJETA R$ 750 BILHÕES NA ECONOMIA, POR CONTA DO COVID-19

Ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, ns tarde desta terça-feira 31, durante coletiva de imprensa que o Governo Federal investiu cerca R$ 750 bilhões para combater o impacto, do que chamou de primeira onda da pandemia do novo coronavírus no Brasil
Ele participou da coletiva, ao lado dos ministros Sergio Moro, da Justiça e Segurança Pública, e Luiz Henrique Mandetta, da Saúde.
Entre as medidas econômicas citadas por Guedes, estão a antecipação de 13º para aposentados e pensionistas e a inclusão de 1,2 mihão de famílias no Bolsa Família.
O cálculo leva em conta ainda do valor total investido por conta da pandemia inclui ainda cerca de R$ 50 bilhões destinados a complementação salarial, empréstimos para as empresas manterem capital de giro, R$ 150 bilhões em diferimentos de impostos e R$ 88 bilhões destinados a proteção da saúde em estados e municípios.
Além disso, entra na conta o auxílio emergencial aos informais, que será estendido ao Bolsa Família e prevê o pagamento de R$ 600 por três meses a brasileiros que trabalham na informalidade.
A medida ainda depende de trâmites burocráticos para ser liberada. “É a maior rede de proteção social que já foi estendida. São entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões para a defesa da saúde do brasileiro”, afirmou o Ministro. Guedes ressaltou ainda que o valor se compara ao benefício concedido pelo governo norte-americano, de US$ 1,2 mil. “É da mesma ordem de magnitude”, declarou.
Paulo Guedes estima que o montante corresponde a 2,6% do PIB. “Já tinhamos déficit estrutural de 2,6%. Estamos em 5,2% em déficit global e vamos subir. O Presidente deixou claro: não vamos deixar nenhum brasileiro pra trás. Todos os esforços pela saúde e emprego dos brasileiros serão mobilizados”, disse.
Ministro explicou que trabalha junto à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para garantir que a safra agrícola chegue às cidades e articula com o ministro dos Transportes, Tarcísio Gomes de Freitas, a manutenção do abastecimento, trabalhando para manter abastecimento, organizaçao econômica e não entrar em stress.. Já estamos em cerca de 750 bilhões, o dinheiro mobilizado pra receber primeira onda de impacto sobre a saúde.

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