RECIFE JÁ VACINOU 87% DE IDOSOS A PARTIR DE 85 ANOS CONTRA COVID-19

Total de recifenses imunizados supera os 40 mil. A partir desta quarta-feira, novo grupo poderá realizar o agendamento”.

Prefeitura do Recife já vacinou 40.381 pessoas contra a covid-19 desde janeiro, quando teve início a campanha de vacinação. Destes, 15.045 são idosos a partir dos 85 anos. O número representa 87,07% dos 17.146 cadastrados no Conecta Recife para a imunização. Na terça-feira (09), o município aplicou 1.605 doses das vacinas em todos os grupos aptos.

A partir desta quarta-feira (10), os trabalhadores da ativa com 60 anos ou mais, de qualquer setor da saúde e que atuem no município, com vínculo empregatício público, privado ou autônomo, poderão realizar o agendamento.

Desde o início da campanha, no dia 19 de janeiro, o Recife já imunizou 19.708 trabalhadores de saúde da linha de frente da covid-19; 15.045 idosos a partir de 85 anos – sendo destes 942 acamados; 4.375 trabalhadores da Atenção Básica à Saúde; 839 pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; 414 pessoas com deficiência severa maiores de 18 anos que vivem em residências inclusivas. 

Todos os recifenses imunizados com a primeira dose da Coronavac têm a garantia de receber a segunda, já que o município faz a reserva do imunizante para as pessoas que receberam.

Para tomar a segunda dose, os profissionais de saúde terão que se cadastrar no Conecta Recife, agendar a imunização e se dirigir a um dos nove centros ou a um dos cinco pontos de drive-thru para receber a dose complementar. A recomendação do Comitê Técnico Estadual para acompanhamento da vacinação contra a Covid-19 é fazer a aplicação da segunda dose da Butantan/Sinovac entre o 21º e 28º dia, depois da primeira.

Luís André Silva é técnico em radiologia no Hospital Português e, diariamente, realiza exames em cerca de 60 pacientes internados com a covid-19 na unidade de saúde. Hoje, ele foi até o Compaz Ariano Suassuna, no Cordeiro, para tomar a segunda dose da Coronavac. “No meu trabalho, eu acabo indo ao encontro do vírus, porque faço os exames em pacientes que estão internados com a doença”.

Por mais que a gente use todos os aparatos, ficamos apreensivos e, agora, eu tenho uma sensação de alívio. Estava na ansiedade para tomar a segunda dose e neste momento eu estou me sentindo mais confiante, mas também sei que tenho que continuar tomando todos os cuidados de antes”, afirmou.

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