O Agreste de Pernambuco demonstrou resultados significativos no combate à criminalidade. A região não registrou ocorrências de feminicídio durante o mês. Também houve uma redução expressiva no índice de Mortes Violentas Intencionais – MVI, contra mulheres, com 40% menos registros que no mesmo período de 2024 – saindo de cinco para três ocorrências.
A região registrou, ainda, recuo de 30,2% com 63 ocorrências (dezembro 2024) para 44 (dezembro 2025) no crime de estupro e de 29,8% em estupro de vulnerável, com 47 casos (dezembro 2024) e 33 casos (dezembro 2025). Os dados preliminares são da Gerência Geral de Análise Criminal e Estatística (GGACE) da Secretaria de Defesa Social (SDS).
De acordo com as estatísticas, no acumulado do ano, a região apresentou uma diminuição de 12,7% nos Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP), os resultados são frutos de um trabalho integrado e preventivo. “Esses números mostram um trabalho que vêm sendo realizado de forma integrada contra o crime”.

“A Polícia Militar juntamente com todas as operativas da Secretaria de Defesa Social trabalhando juntas, além da parceria com outras forças amigas de segurança, têm garantido cada vez mais uma redução durante todo o ano nos indicadores criminais”, pontuou o coronel Adriel Serafim, diretor Integrado do Interior I da Polícia Militar de Pernambuco – Dinter I/PMPE.
Para a delegada Luciana Pontes, diretora-adjunta da diretoria Integrada do Interior I da Polícia Civil de Pernambuco (Dinter I/PCPE), os resultados demonstram o trabalho focado em resultados. “Na região Agreste, o destaque vai para a AIS 14 que obteve o melhor ano da série histórica, junto com a cidade de Caruaru”, afirmou a delegada.
Quanto aos crimes de roubo de cargas, o Agreste registrou uma queda de 20% durante o último mês do ano no comparativo com o ano de 2024. Durante todo o ano de 2025, houve um recuo de 39,2% na modalidade, com 51 registros (dezembro 2024) para 31 (dezembro 2025).
No indicador de celulares subtraídos, a redução foi de 8,5% no comparativo com o ano anterior. Já no acumulado do ano, a região apresentou um recuo de 17%, com 1.687 ocorrências a menos no comparativo com o ano de 2024.
Fotos – Divulgação/SDS




