Os presidentes estaduais do PSDB participaram, nesta sexta-feira (21), de uma reunião com o presidente nacional da legenda, Marconi Perillo e o secretário-geral, deputado federal Paulo Abi-Ackel, para discutir os rumos do partido e o cenário político nacional. O encontro reforçou a expectativa sobre o protagonismo tucano na construção de uma frente de oposição e abordou a possibilidade de fusão com o Solidariedade e o Podemos.
Fred Loyo, presidente do PSDB em Pernambuco, destacou o consenso entre os dirigentes estaduais sobre a importância de fortalecer a legenda. A reunião de hoje foi muito boa e debatemos diversas questões importantes para o PSDB. Foi consenso entre a grande maioria dos presidentes de diretórios estaduais que uma eventual fusão será muito bem-vinda.
“O partido tem sido bastante procurado para discutir alianças, já que se trata de uma legenda com bastante legado e história. Nesse sentido, o fortalecimento e continuidade do partido são prioridades absolutas”, afirmou. Durante a reunião, Marconi Perillo enfatizou que qualquer fusão ou aliança deve estar baseada em um programa consistente.
“Não é só mudar, só juntar, a gente precisa de um programa muito consistente, que precisa convencer as pessoas que esse momento novo será um momento parecido com o que aconteceu em 1988, na criação do PSDB, com líderes excepcionais”, declarou. Ele ressaltou que a legenda trabalha para manter sua relevância nacional e ampliar a participação da militância no processo de reestruturação.
Outros dirigentes estaduais também avaliaram positivamente a reunião. A presidente do PSDB-RS, Paula Mascarenhas, defendeu que a fusão com outras legendas deve fortalecer o partido. O presidente do PSDB-SP, Paulo Serra, afirmou que o encontro trouxe ânimo para a militância.
Já o deputado estadual Marcos Vieira, que comanda o PSDB em Santa Catarina, propôs um levantamento de possíveis candidatos da legenda para 2026, abrangendo nomes para o Senado, governos estaduais e a Câmara dos Deputados. A reunião reforçou a estratégia do PSDB de se consolidar como alternativa política para as eleições de 2026, avaliando alianças e buscando ampliar sua presença no cenário nacional.
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