UNIT-PE REALIZA PALESTRA SOBRE INCLUSÃO, AUTISMO, TDAH E DISLEXIA, NESTA QUARTA(14)

Os desafios e como estimular a psicoeducação e a inclusão de pessoas neurodivergentes serão temas de uma palestra gratuita, hoje (14) à noite, do Centro Universitário Tiradentes (Unit-PE). Estão incluídas neurodivergências como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e dislexia. O encontro é aberto ao público e acontecerá às 19h, na Biblioteca da instituição de ensino, localizada no Bairro Imbiribeira, ao lado do Geraldão.

O assunto será abordado pela pedagoga e especialista em Educação Especial, Manuelli Antonelli. Segundo ela, mesmo com um maior acesso a informações, ainda existem muitos estigmas associados à neurodiversidade. Algumas pessoas ainda acreditam que alguns comportamentos de pessoas neurodivergentes são “malcriação” ou desobediência, por exemplo. Mas, na verdade, esses indivíduos apenas têm um funcionamento neurológico diferente.

Nos últimos anos, as discussões sobre neurodiversidade têm crescido nos últimos anos, muito em decorrência do aumento de registros de condições como o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Enquanto o Brasil não tem uma pesquisa própria, o CDC Centers for Disease Control and Prevention), órgão de saúde dos Estados Unidos, aponta que, atualmente, uma a cada 36 crianças é diagnosticada com TEA.

No ano 2000, esse número era de uma a cada 150. Mesmo com esse aumento, ainda é preciso estimular a psicoeducação da sociedade para trazer mais inclusão às pessoas neurodivergentes.

NEURODIVERSIDADE

Embora seja a condição mais conhecida, o TEA não é a única que se encaixa nos parâmetros de neurodiversidade. Esse conceito diz respeito ao funcionamento neurológico único de cada indivíduo, em especial dos neurodivergentes, cuja formação cerebral é diferente do que é considerado típico.

Além de pessoas que estão no espectro autista, quem tem Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) ou dislexia, por exemplo, também é considerado neurodivergente. O aumento de registros de condições do neurodesenvolvimento se deve, principalmente, por atualizações científicas e por um maior acesso à informação.

Foto – Envato

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