Ex-ministro do Turismo, Gilson Machado (PL) deixou o Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna – Cotel, às 22h50 desta sexta-feira (13). Ele foi conduzido ao local, pela Polícia Federal – PF por suposta obstrução de justiça, após tentar emitir um passaporte para o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), o tenente-coronel Mauro Cid.
Aliados e familiares comemoraram a soltura do ex-ministro. “Só alegria e o sentimento de que toda história de integridade do meu pai valeu a pena. Foram horas de muita tensão preservando meu avô da notícia da prisão (o pai de Gilson Machado) porque ele tem 85 anos e perdeu minha vó há menos de um ano”.
“Minha mãe é uma mulher forte e admirável. Agora é abraçar meu pai com força e ficar com a família junta de novo”, afirmou o vereador e filho do ex-ministro, Gilson Filho (PL). A verdade prevaleceu. Gilson Machado sempre teve sua trajetória de vida e política guiada pela retidão”.
“Agradeço a todos que oraram, enviaram mensagens de apoio e não se calaram diante de tamanha injustiça. Meu pai é um homem íntegro, trabalhador, que jamais se escondeu ou temeu prestar contas de seus atos. “Seguimos firmes com a verdade, com a cabeça erguida e a consciência tranquila”.
“É um nordestino raiz e antes de tudo um forte. Seguimos, juntos, com nosso presidente Bolsonaro lutando pelos valores da Direita: Deus, Pátria, Família e liberdade”, relatou o deputado estadual coronel Alberto Feitosa (PL).
A soltura de Gilson Machado foi decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, Alexandre de Moraes, atendendo ao pedido da defesa. Ele foi recebido pelo deputado estadual Alberto Feitosa (PL) e o advogado Célio Avelino. O ex-ministro do Turismo de Jair Bolsonaro (PL) Gilson Machado (PL) recebeu alvará de soltura, na noite ontem.
Foto – Divulgação




