Os micróbios matam mais que tiros, espadas e bombas atômicas. Esta é a toada do bicho-grilo Adalbertovsky em sua cantoria nas montanhas da Jaqueira. “As bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, com 34 mil toneladas de potência, mataram 310 mil viventes. O vírus em forma de coroa, milhões de vezes menor que uma formiguinha, somente neste Brazil assassinou até agora mais de 620 mil conterrâneos e 5 milhões de humanos no planeta”.
“As guerras bacteriológicas remontam aos tempos do mongol Gengis Khan, no século 13, que se autoproclamava “um flagelo de Deus”, a bem dizer, um flagelo das trevas, também Átila, Imperador dos Hunos, no século 5. Os satânicos Gengis Khan, Hitler e Stálin competiram com os micróbios patogênicos como genocidas da humanidade. Eles eram agentes da besta-fera em forma de humanoides”.
“A maior guerra bacteriológica planetária aconteceu na Idade Média, há mais de 500 translações em torno do sol. Uma bactéria chamada Yersinia pestis, transmissora da peste negra, do tamanho de 2 milionésimos de milímetro, invadiu os países da Eur-Asia (atual Europa e Ásia) e matou cerca de 350 milhões de viventes entre os anos de 1347 e 1353, um terço da população mundial na época”.
“Tempos pré-colombianos, de 1325 a 1521, o Império Asteca (atual Vale do México) era próspero e exuberante. O Imperador Montezuma foi derrotado pelas armas dos colonizadores espanhóis. Certo? Errado. O vírus da varíola, Orthopoxvírus, matou mais os nativos astecas que os fuzis do colonizador Hernan Cortes”.
“Os micróbios são mais estrategistas de guerra que os macróbios Sapiens. Eles vieram da parte dos Anjos caídos, que conspiram o Criador”. A crônica microbiológica do bicho-grilo Adalbertovsky está postada no Menu Opinião.
Por Adalberto Ribeiro – Jornalsta




