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A partir desse ano, o imunizante passa a fazer parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos de idade. Isio significa que a dose estará disponível durante o ano todo para essa população nos postos de saúde. O público-alvo da campanha, de cerca de 50 milhões de pessoas, ainda inclui:
- Profissionais de saúde;
- Mulheres que tiveram filho recentemente (puérperas);
- Professores dos ensinos básico e super…
- Povos indígenas;
- Pessoas em situação de rua;
- Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
- Profissionais das Forças Armadas;
- Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
- Pessoas com deficiência permanente;
- Caminhoneiros;
- Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
- Trabalhadores portuários
- Funcionários do sistema de privação de liberdade;
- População privada de liberdade, além de adolescentes.
Por que é preciso tomar a vacina da gripe todos os anos? O vírus influenza, causador da gripe, apresenta uma rápida velocidade de mutação, a Organização Mundial da Saúde – OMS monitora sua circulação a partir dos dados enviados regularmente por centros de pesquisa de diversos países, para verificar as mutações mais presentes entre as amostras.
Com base nessas informações, a OMS publica duas vezes ao ano recomendações das cepas mais relevantes que devem ser incluídas nas vacinas. A divulgação acontece em fevereiro para o hemisfério Norte e em setembro para a parte do Sul. Os imunizantes podem conter três ou quatro cepas de influenza, por isso os termos trivalente e quadrivalente. Enquanto as doses da rede privada podem conter quatro.
Vale destacar que as duas formas são seguras e eficazes na prevenção de casos graves e mortes pela doença. Além disso, a dose leva 15 dias para fazer efeito. Na campanha de 2025, estão presentes as cepas do vírus influenza A/Victoria (H1N1), A/Croácia (H3N2) e B/Áustria (linhagem Victoria), que são as mais incidentes no hemisfério Sul.
“Neste contexto, se faz necessário tomar a vacina todos os anos, de modo a garantir a proteção contra a gripe reforçou a pediatra Mônica Levi, presidente presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). “Estamos lidando com várias cepas do vírus influenza, que circulam e sofrem mutações com grande frequência. Por isso, uma pessoa pode ter gripe a vida inteira. Para o nosso sistema imunológico, é como se cada mutante fosse um agente novo”, explicou.
Foto: Walterson Rosa/MS




