Sem a presença do presidente Jair Bolsonaro, os ministros de Minas e Energia, Bento Albuquerque e do Turismo, Gilson Machado, participam nesta sexta-feira (09) da inauguração das usinas Brígida, Bom Nome e Belmonte – de geração de energia solar – no Município de São José do Belmonte, em Pernambuco.
Com uma ocupação de 186,9 hectares, o complexo foi anunciado em abril de 2019 e pertence à empresa espanhola Solatio. De acordo com informações do Ministério de Minas e Energia – MME, nesse período, as obras geraram 2.500 empregos diretos e indiretos e, juntas, as usinas possuem uma potência instalada de 810 MW – e podem abastecer cerca de 800 mil famílias.
O conjunto, que já forma o maior parque solar do Brasil, deverá ser o maior da América Latina, em geração solar, com cerca de R$ 3 bilhões em investimentos.
Apesar da magnitude do Complexo de São João Belmonte, o presidente Jair Bolsonaro não participa do evento – ao contrário das últimas inaugurações de usinas solares que ocorreram na Paraíba e no Estado de Goiás. Em maio, o Presidente participou da inauguração de um painel solar em um quartel no Amazonas.
Na agenda do Chefe do Executivo, paralelamente à inauguração das usinas, consta participação de Jair Bolsonaro, em solenidade militar, no interior de São Paulo.
ENERGIAS RENOVÁVEIS
Nesta quinta-feira (08), durante apresentação a jornalistas, da imprensa internacional, o ministro Bento Albuquerque falou sobre as expectativas de expansão de energia renovável para a próxima década. Segundo o Ministro, o que se observa é uma redução considerável, da dependência de fontes de energia hidráulica.
“Hoje ainda temos uma dependência e 61% da fonte hidráulica, mas a expectativa é que diminua para 49% nos próximos 10 anos. Nós notamos a expansão das energias renováveis. Em 2014, nós praticamente não tínhamos geração de energia solar e eólica, no Brasil, mas até 2030, a energia renovável deverá representar 25% da nossa matriz”, afirmou Albuquerque.




