O Movimento “Não Vou Pagar” acionou a Justiça, mais uma vez, via ação popular, para barrar pintura de retratos dos últimos presidentes e primeiros secretários da Alepe.
Iniciativa acontece porque através do procedimento administrativo Nº. 007/2022, a Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco – Alepe deu início à contratação, com dispensa de licitação, de oito pinturas de deputados para compor o acervo da Casa, que custarão aos cofres públicos a bagatela de R$ R$ 76 mil.
A intenção do movimento é barrar a compra desnecessária como fez por outras vezes, a exemplo, quando a Alepe desistiu de contratar SUVs de luxo após pressão popular.
Na ação, foi realizado um pedido liminar, requerendo a imediata suspensão da compra, pois conforme o alegado em petição inicial protocolada pelo advogado do movimento, Otávio Lemos, “[…].
“O ato dos deputados Eriberto Medeiros, presidente da Casa Legislativa e Clodoaldo Magalhães, primeiro secretário, é absurdo e imoral, demonstrando que a Alepe tem um orçamento {folgado}, em plena crise econômica, com o Estado de Pernambuco ostentando primeiro lugar de desemprego, pandemia para despender R$ 76 mil num escárnio com o pagador de imposto”.
O “Não Vou Pagar” alega que não se entende como pinturas exóticas e de gosto duvidoso dos últimos presidentes e primeiros secretários da Alepe podem justificar o interesse público na contratação.




