Em quatro meses do governo Lula, o Brasil já registrou 56 invasões realizadas por movimentos sem-terra, segundo o relatório do Observatório da Oposição, produzido pelo PL Partido Liberal (PL), a partir de dados da Frente Parlamentar de Agricultura (FPA). É uma alta de 143% em relação a 2022.
Segundo afirmaram os líderes, “a ideia é montar grupos para tomar terras pelo país, como ocorreu no começo do primeiro governo Lula, em 2003, sem punições”. A informação é do site Metrópoles.
O movimento disse ainda, que contribuiu para a vitória de Lula, “arrancada” nas ruas e nas urnas e que sua eleição derrotou o avanço da extrema direita, a tutela militar e o projeto fascista”. Durante a campanha eleitoral, o principal líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), João Pedro Stedile previu o retorno de “mobilizações de massa” caso o ex-presidente Lula ganhasse.
O Poder360 procurou a FPA, mas não recebeu respostas até a publicação deste texto. O MST justificou que o baixo número de invasões entre 2019 e 2022 está relacionado à pandemia.
No entanto, o maior número de invasões registrada no Brasil data de 2004, durante o 1º mandato de Lula. A quantidade de invasões se manteve alta durante os dois governos petistas. Após a vitória de Lula o O MST anunciou que retomaria a invasão de propriedades em 2023. Previsões estão sendo cumpridas, inclusive com invasões a prédios públicos.
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