Coordenação jurídica de campanha da candidata ao governo do Estado, Raquel Lyra (PSDB), entrou, nesta terça-feira (25), com uma interpelação criminal no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) contra a sua adversária Marília Arraes (Solidariedade).
A ação foi motivada pela tentativa de Marília associar a morte de um adolescente interno na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) à gestão de Raquel, enquanto secretária da Criança e Juventude, no governo de Eduardo Campos.
Na época, Raquel estava de licença maternidade, portanto, afastada do cargo. No documento, encaminhado ao TJPE, o jurídico de Raquel mostra a necessidade de Marília esclarecer as afirmações que a candidata tem feito, repetidas vezes, nos debates promovidos por emissoras locais.
De acordo com o jurídico de Raquel, as declarações de Marília configuram a prática dos delitos de calúnia, difamação e injúria, podendo ser assegurado o direito de resposta.
“Apesar do respeito que nutre por todos os que fazem o meio político, mesmo os seus adversários, e de ter ciência do princípio da liberdade de expressão que norteia a atividade política, a interpelante (Raquel) foi alvo de severas, injustas e inverídicas acusações por parte da interpelada (Marília) durante os debates entre as candidatas ao cargo de governadora do estado de Pernambuco, no segundo turno das Eleições de 2022”, justifica o jurídico de Raquel, na interpelação criminal.
AGENDA RAQUEL
Quarta-feira (26/10)
7h30 – Gravação guia eleitoral (Recife)
10h30 – Visita ao comércio (Timbaúba)
14h30 – Visita ao comércio (Carpina)
19h30 – Evento político (Surubim)
Foto – Divulgação




