Samuel Salazar (MDB) abriu oficialmente seu comitê de campanha neste domingo (16), em Santo Amaro, e colocou o 1555 nas ruas do Recife. O primeiro ato foi o adesivaço “Salazar Meu Federal”, realizado na Rua Arquimedes de Oliveira Nº 136, em frente ao Procape, reunindo apoiadores que passaram pelo local ao longo do dia com carros e motos.
A candidatura à Câmara dos Deputados representa uma nova etapa na trajetória de Salazar, depois de três mandatos consecutivos como vereador do Recife. Na Câmara Municipal, foi líder do governo João Campos, função que continua exercendo na gestão do prefeito Victor Marques. Presidiu a Comissão de Finanças e Orçamento e soma mais de 250 projetos aprovados ao longo dos mandatos.
Salazar integra a Frente Popular de Pernambuco e disputa a eleição federal no mesmo campo político de João Campos, candidato ao governo do Estado. A experiência construída no Recife será um dos principais pontos da atuação que ele pretende levar para Brasília, especialmente na articulação de recursos e projetos voltados aos municípios pernambucanos.
A proposta é usar o mandato federal para aproximar as cidades de Pernambuco dos programas, investimentos e recursos disponíveis no governo federal, acompanhando desde a articulação em Brasília até a execução dos projetos nos municípios. “Meu mandato sempre foi muito de rua, de ouvir as pessoas e acompanhar as coisas de perto”.
“Então fazia sentido começar essa campanha assim, com gente chegando, conversando e dizendo que quer caminhar junto. Agora é um novo desafio. Quero levar para Brasília a experiência que construí no Recife e trabalhar para que Pernambuco tenha mais projetos, mais recursos e mais resultado chegando na ponta”, afirmou Samuel Salazar.
Para o emedebista, a passagem pela Comissão de Finanças e Orçamento e a experiência na articulação entre Executivo e Legislativo também ajudam a definir o perfil que pretende imprimir ao mandato federal. “Não adianta o recurso existir em Brasília e não chegar onde as pessoas estão. Tem município que precisa de investimento, mas também precisa de articulação, projeto bem acompanhado e alguém cobrando para que as coisas aconteçam. É esse trabalho que quero fazer”, completou.
Foto: Tárcio Portifirio




