Uma empresa para progredir depende da tecnologia para gerenciar seus negócios e informações. Praticamente todas as organizações, independentemente do porte ou setor de atuação, trabalham com dados pessoais e corporativos.
A exmplo de: número de cartão de crédito, identidade, endereço, registros médicos, passaporte, lista de clientes, orçamento, planos de negócios e de marketing. O armazenamento de tantos dados traz muitos riscos, inclusive, cibernéticos.
Dentro deste contexto para proteger o bem mais valioso – que são as informações – as empresas têm aderido cada vez mais seguros por risco cibernéticos, que bateu o recorde em 2023. De acordo com números fornecidos pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a arrecadação do produto no referido ano foi de R$ 203 milhões.
Este valor é maior que os R$ 173 milhões de 2022. Isto indica que as empresas estão mais conscientes sobre a ameaça, quando o assunto é o vazamento de informações. “A contratação de um seguro cibernético é uma forma para mitigar os impactos de perdas financeiras em caso de ataques, que causam violações de dados ou paralisação, parcial ou total, de suas atividades”.
“Os riscos cibernéticos estão ligados a qualquer tipo de ataque criminoso feito em ambientes virtuais, seja em busca de dinheiro, dados pessoais, ou até mesmo para realizar extorsão virtual”, esclarece o diretor da MRR & PVA Corretora de Seguros, Manoel Resende.

Para o especialista, prevenir ainda é a melhor opção embora as organizações devem se preparar para o fato de que é praticamente impossível ter sistemas totalmente seguros. Por mais preparada que a empresa esteja, o risco de uma invasão cibernética sempre vai existir. Por isso, é fundamental ter a proteção de um seguro especializado.
Ao contratarem um tipo de seguro cibernético desenvolvido para cada tipo de negócio, existe a disponibilidade de um time de especialistas em segurança que ajuda a negociar com o criminoso, além do apoio financeiro, ou seja, o prejuízo, gastos e dificuldades são divididos com a seguradora contratada.
Além disso, a empresa protegida pelo seguro estará resguardada de possíveis penalidades impostas pela LGPD em casos de vazamento de dados pessoais. É importante ressaltar que o seguro não isenta a empresa do cumprimento da LGPD; ele oferece cobertura para as consequências jurídicas decorrentes de um vazamento, seja este causado por um ataque cibernético ou por uma falha interna.
“Possuir um seguro cibernético não exime a necessidade de manter rigor na segurança da informação, assim como investir em segurança da informação não elimina a necessidade do seguro. Ambos são complementares: com o seguro, o risco é compartilhado”, enfatizou.
Manoel Resende disse ainda, que o fato de as empresas possuírem operações de Cyber Segurança terceirizadas ou maduras influencia significativamente na avaliação das seguradoras quanto às taxas do seguro. Um programa de segurança robusto deve operar em conjunto com o seguro.
Serviço:
MRR & PVA Corretora de Seguros
Instagram: @pvacorretoradeseguros
Fotos – Divulgação




