Capital pernambucana ultrapassou, em agosto, o patamar de mais de 500 mil empregos formais em 2021. Este volume é o maior da série histórica desde 2015, para o período.
Segundo a Prefeitura do Recife, o dado foi possível com ações de estímulo à economia local, por meio do aumento na capacidade de investimento municipal e a melhoria do ambiente de negócios e construção de uma robusta carteira de Parcerias Público-Privadas – PPPs e concessões para realização de obras públicas.
No mesmo mês, o município também registrou o maior saldo positivo de postos de trabalho no ano, com 3.897 vínculos com carteira assinada. Com isso, a capital contabiliza crescimento de 3,35% no indicador nesses oito meses.
Estes números foram detalhados nesta quarta-feira (29), pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged, vinculado ao Ministério da Economia. O cenário otimista se consolida em meio ao Programa Recife Virado, lançado pelo prefeito João Campos, no início de setembro.
“O mais recente resultado do Caged demonstra que o Recife consolidou uma forte virada econômica. Já são sete meses de alta no emprego no ano e projetamos que o indicador avance ainda mais, sobretudo com o Programa Recife Virado, lançado pelo prefeito João Campos neste mês”, avalia o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Recife, Rafael Dubeux.
“A agenda da gestão municipal segue firme na área econômica, buscando alavancar mais investimentos, tanto públicos como na atração e facilitação de investimentos privados, o que vai gerar ainda mais empregos e renda para toda a população”, acrescenta.
Em agosto, Recife registrou 15.501 novos empregos, sendo 9.310 contratações de homens e 6.191 admissões de mulheres, frente a 11.604 demissões no período, obtendo o terceiro maior saldo positivo entre as capitais do Nordeste.
O município ficou atrás apenas de Fortaleza (CE), que, no mês passado, obteve saldo positivo de 7.785 empregos formais e Salvador (BA), com saldo de 4.406 vínculos. A capital pernambucana registrou no mês uma variação positiva de 0,79%, o maior da série histórica para o período.
No Recife, os setores que mais impactaram positivamente em agosto foram: Serviços, 9.879 postos de trabalho gerados (+2.852); seguido pelo Comércio, com 3.145 vínculos ativos (+668); Indústria, com 921 empregos gerados (+354); Agropecuária, com 87 trabalhadores admitidos (+27), finalizando com Construção Civil, com 1.469 (-4).
No acumulado de 2021 até o mês de agosto, o Recife registra saldo positivo de 16.228 empregos formais, decorrentes de 109.548 admissões e de 93.320 desligamentos, representando uma variação de 3,35%. Esse foi o sexto mês consecutivo de alta no indicador, e o sétimo no ano.
Os resultados positivos na geração de emprego consolidam várias ações desenvolvidas pela Prefeitura do Recife, com o objetivo de preparar a cidade para a virada econômica no pós-pandemia.
PROGRAMA RECIFE VIRADO
Sob a liderança do prefeito João Campos foi lançado no início de setembro o Programa Recife Virado, um robusto conjunto de iniciativas que buscam dar novo fôlego e impulso para geração de emprego e renda, direcionando políticas públicas que geram impacto na vida dos recifenses.
O Recife Virado é fruto da interlocução e do diálogo da gestão municipal com os setores produtivos, os segmentos econômicos e as representações de classes, estabelecendo, assim, diretrizes para o novo momento no pós-pandemia.
Permeando todo esse cenário, o bem sucedido plano de vacinação contra a Covid-19 possibilitou que a capital pernambucana se tornasse um case de sucesso na imunização da população, vacinando cerca de 99% da população adulta com ao menos uma dose anticovid, permitindo avançar nas flexibilizações das atividades econômicas na cidade.
NÚMEROS DO CAGED
- Estoque de 500.226 empregos formais em 2021
- Maior saldo positivo no ano, com 3.897 empregos
- Em agosto, foram 15.501 admissões e 11.604 desligamentos, registrando variação positiva de 0,79% em relação a julho.
- Em 2021, o crescimento é de variação de 3,35%
Setores com maiores saldos foram: serviços, com 2.852 empregos (0,79%); comércio, 668 (0,89%); indústria, com 354 (0,96%); agropecuária, com 27 (1,43%) e construção, com – 4 (-0,01%).




