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terça-feira, 3 de novembro de 2026

Política e cotidiano de Pernambuco

POLÍTICA

MIGUEL COELHO DESCARTA PROJETOS IMEDIATOS: “É TEMPO DE RECOMEÇO, MAS SEM PRESSA”

Por Luzimar Dias

 Presidente estadual do União Brasil, em Pernambuco e ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho declarou que vive um momento de recomeço e que ainda não definiu os próximos passos na política. Em vídeo publicado nas redes sociais, nesta segunda-feira (02), o político fez um balanço das eleições de 2026.

Miguel, que também disputou uma vaga à Câmara dos Deputados afirmou, reconhecer que o resultado das urnas ficou abaixo do esperado e explicou que pretende se dedicar à família e aos negócios, antes de pensar em novos projetos. “É tempo de recomeço, mas sem pressa, tudo no tempo de Deus”, declarou.

Na mensagem, ele também agradeceu aos pernambucanos e, de forma especial, à população de Petrolina, município que administrou por dois mandatos. Ao avaliar o desempenho eleitoral, Miguel Coelho lembrou que aceitou disputar uma vaga para deputado federal depois de não conseguir viabilizar sua candidatura ao Senado Federal.

Segundo ele, a decisão foi tomada após estímulos de integrantes do grupo político, que defendiam sua participação nas eleições. O ex-prefeito disse que tinha consciência dos desafios de uma candidatura construída de última hora e que procurou não prejudicar os demais integrantes da aliança política.

Durante a campanha, apostou no reconhecimento da população pelo trabalho realizado à frente da Prefeitura de Petrolina. Apesar de ter alcançado a maior votação da história do município para deputado federal, Miguel não conseguiu se eleger. “Sou muito grato a Petrolina. Tive a maior votação da história para deputado federal. Nosso grupo saiu forte em geral, mas o resultado não foi o que eu queria”.

PERDAS PESSOAIS

No vídeo, Miguel também relembrou os acontecimentos pessoais que marcaram 2026. Ele contou que começou o ano com expectativas de conquistas profissionais e familiares, entre elas a chegada do terceiro filho, Rafael, com a esposa, Lara.

“De forma precoce, ainda sem compreender e com lembranças vivas quando fecho os olhos, Deus chamou o nosso Rafael aos oito meses de gestação. Não é natural ou humano um pai ou uma mãe ver um caixão daquele tamanho”, declarou.

O ex-gestor sertanejo também mencionou uma operação da Polícia Federal realizada uma semana depois da perda. Segundo explicou, mais de oito meses após o ocorrido, ainda não havia tido acesso ao inquérito para compreender os motivos da investigação

Foto – Divulgação

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