Plenário da Alepe rejeitou, nesta segunda (25), as emendas ao Projeto de Lei Orçamentária de 2025 (PLOA 2025) de autoria das deputadas Dani Portela (PSOL), delegada Gleide Ângelo (PSB) e do deputado Waldemar Borges (PSB).
As propostas já haviam sido reprovadas na última reunião da Comissão de FinançaS e foram à votação em Plenário, após recursos apresentados pelos autores, presentes nos requerimentos de Nº 2782, 2783 e 2785/2024.
As emendas alteravam a distribuição orçamentária proposta pelo Poder Executivo, remanejando recursos para áreas como segurança pública, direitos da mulher e para o fortalecimento de órgãos estaduais. Por outro lado, ações de divulgação, gestão fazendária, transformação digital e tecnologia da informação do Governo do Estado teriam o orçamento diminuído com esses remanejamentos.
Delegada Gleide Ângelo, que havia proposto a retirada de R$ 43 milhões do orçamento da Secretaria de Comunicação para serem usados na contratação de 693 policiais penais já aprovados em concurso público, ressaltou a necessidade de investimentos na segurança pública como um todo.
Autor de dez emendas, Waldemar Borges havia proposto reforço orçamentário de R$ 16,5 milhões para órgãos como o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado (Adagro) e a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).
“Esse valor não é grande, não chega a 0,03% do orçamento de R$ 56 bilhões e , em nada irá desvirtuar as políticas públicas da governadora”, frisou. O deputado ressaltou que as instituições enfrentam dificuldades por falta de recursos e que é papel do Legislativo é discutir e intervir na peça orçamentária enviada pelo governo.
“Entendemos que essa Casa pode fazer as sugestões que estamos fazendo e, elas são importantes”, finalizou. Durante a votação, porém, todas as emendas propostas foram rejeitadas pela maioria dos presentes. Mais uma vitporia para Raquel Lyra.
Foto: Roberto Soares/ Alepe




