O presidente Jair Bolsonaro editou decreto nesta nesta segunda-feira (05) que prorrogar por mais 3 meses o pagamento do Auxílio Emergencial de 2021. Para viabilizar as novas parcelas do benefício, o Chefe do Executivo editou uma medida provisória que abre crédito extraordinário em favor do Ministério da Cidadania.
As informações são da Secretaria Geral da Presidência. O governo não divulgou se haverá mudanças no valor do benefício. Pela regra atual, o valor médio do auxílio é R$ 250. Para mães chefes de família o benefício é de R$ 375 e para pessoas que moram sozinhas é de R$ 150.
De acordo com a Secretaria Geral, a medida provisória sobre a prorrogação será publicada na edição desta terça-feira (06) do Diário Oficial da União – DOU.
“Juntamente com o presidente do Senado [Rodrigo Pacheco] estamos prorrogando o Auxílio Emergencial por mais três meses: agosto, setembro e outubro, enquanto acertamos o novo valor do Bolsa Família para o ano que vem”, afirmou o presidente em vídeo publicado nas redes sociais.
Além de Bolsonaro e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), também aparecem no vídeo os ministros Paulo Guedes (Economia), João Roma (Cidadania), Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Flávia Arruda (Secretaria de Governo). Segundo João Roma, em novembro o governo deve apresentar as mudanças do Bolsa Família, que virá “fortalecido e ampliado”.
O ministro Paulo Guedes destacou que, desde o início do ano o governo acordou com o Legislativo as novas parcelas do auxílio e a vacinação em massa. “O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga está avançando com a vacinação em massa, a economia voltando, o retorno seguro ao trabalho. Com esses três meses adicionais, agora vão ser 7 meses de proteção aos mais vulneráveis brasileiros. Isso, na verdade, é para dar essa proteção enquanto atingimos a vacinação da população brasileira”, declarou Guedes.
Rodrigo Pacheco disse que a prorrogação do Auxílio é “motivo de satisfação para o Congresso Nacional“. O presidente do Senado citou que a assistência às pessoas mais vulneráveis é uma das “principais demandas do parlamento brasileiro“.
Nas redes sociais, a ministra Flávia Arruda confirmou que o governo planeja apresentar sua nova proposta de programa social depois do pagamento da última parcela do auxílio, em outubro.




