Novo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz Maciel, 52 anos, foi empossado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta sexta-feira (02). Filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), desde 1992.
O ex-deputado federal assume o ministério depois do pedido de demissão de Carlos Lupi. Secretário-executivo da pasta, Queiroz é o atual presidente estadual do partido em Pernambuco e iniciou sua carreira política como vereador, em Caruaru (PE), no ano seguinte.
Aos 21 anos, foi eleito deputado federal por Pernambuco. Pouco depois, foi escolhido vice-líder do partido na Câmara dos Deputados. Atuou na Casa Baixa por seis mandatos consecutivos, a partir de 1995. Tentou a reeleição em 2022, mas não obteve votos suficientes para um novo mandato.
Wolney foi líder da Oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PL) na Câmara em seu último ano de mandato. Em 2022, apoiou uma greve dos funcionários do INSS Instituto Nacional do Seguro Social por meio de suas redes sociais. Acusou o governo Bolsonaro de deixar serviços essenciais sem recursos.
Durante sua passagem pela Câmara, Queiroz presidiu as comissões de Educação e Cultura, Trabalho e Administração e Serviço Público. Segundo sua biografia no site do Ministério da Previdência, o novo ministro atuou em defesa dos direitos do consumidor, contra o trabalho escravo e contra a retirada de direitos.
Também representou o Brasil em conferências internacionais da Organização Internacional do Trabalho – OIT. Woney Queiroz tem trajetória política ligada a Carlos Lupi, presidente nacional do PDT e seu antecessor no comando do Ministério da Previdência Social. Ambos participaram juntos de diversos eventos – um dos mais recentes foi no Recife, em fevereiro, em um ato promovido pela governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD).
Foto – Reprodução instagram @wolneyqueiroz




