SECRETÁRIO BRUNO FRANÇA PARTICIPA DE OFICINA EM BRASÍLIA E DESTACA AÇÕES DO FOMENTO RURAL EM PE

Secretário-executivo de Agricultura Familiar e Pesca, Bruno França, participa, nesta quinta-feira (09), em Brasília, de uma oficina do Programa de Fomento Rural, juntamente com o presidente do Instituto Agronômico (IPA), Joaquim Neto e gestores estaduais de todo o País.

O evento reúne painéis com os seguintes temas: Abordagem Agroecológica na Inclusão Produtiva Rural, Programa Pró-Huerta (Argentina), Princípios da Agroecologia, Implantação de Projetos Produtivos Coletivos, Atendimento a Povos e Comunidades Tradicionai, Perspectivas do Fomento Rural, entre outras linhas do programa.

Combater a pobreza e a fome rural através da transferência de renda, voltada para o financiamento de projetos produtivos rurais com Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) é a proposta do Programa Fomento Rural: Desafios para Inclusão Produtiva Rural.

A ação é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).  

“Em Pernambuco serão atendidas 7,3 mil famílias de 120 municípios, em todas as regiões de desenvolvimento, sendo destinado R$ 4.600,00 por família que está inserida no CAD Único, especialmente mulheres com filhos na primeira infância e famílias que tenham pessoas especiais”, disse o Secretário.

Também serão contempladas famílias de perfis especiais e povos tradicionais, como as marisqueiras, indígenas, quilombolas, as que foram assistidas pelo Projeto Dom Hélder e não receberam o fomento (passivo no PDHC), e famílias rurais atingidas pelas fortes chuvas em 21 municípios pernambucanos.

O processo vai iniciar com a seleção das famílias a partir do CadÚnico, outras indicações e perfis priorizados pelo MDS; mobilização e sensibilização; cadastro; diagnósticos; projetos produtivos individuais (ou coletivos por adesão voluntária), laudos e novos diagnósticos; além das visitas técnicas (seis por ano) e atividades coletivas, como cursos e oficinas (dois por ano).

O valor será transferido direto por meio do cartão Bolsa Família ou da Conta Social da Caixa, sendo dividido em duas parcelas.  A segunda parcela é liberada após o extensionista emitir laudo de que o valor está sendo aplicado no projeto escolhido pela família junto com a assistência técnica do IPA.

Foto- Divulgação/Assessoria

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