VEREADORA MICHELE COLLINS ENALTECE O DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO

Vereadora Michele Collins (PP) fez questão destacar na tribuna da Câmara Municipal do Recife, em reunião realizada nesta segunda-feira (03), a data 2 abril definida como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo.

“É uma data especial e nós precisamos obter melhorias na qualidade de vida dessas pessoas com espectro autista, por meio de políticas públicas e campanhas. É muito importante para que essa Casa se debruce sobre esse tema para mostrar que nós não estamos alheios ao que está acontecendo”, afirmou.

A Parlamentar também apresentou números sobre a questão. “Porque hoje, a cada 100 mil pessoas, uma tem o espectro autista. O dia 2 de abril é uma data que foi definida pela ONU, em 2007, como forma de combatermos, por meio da informação, o preconceito e também a discriminação”.

“Nós precisamos compreender que o autismo não é uma doença como às vezes as pessoas tratam, mas é uma condição em que o cérebro tem uma alteração”.

Michele Collins explicou que o transtorno do espectro autista pode ser associado a condições como síndrome de déficit de atenção, hiperatividade dislexia e dispraxia. Ela mencionou iniciativas e projetos de lei beneficiando o público autista e citou um documento enviado à Prefeitura do Recife e ao governo do Estado solicitando a criação de um Centro de Referência Especializado.

 “Essas pessoas também podem se destacar com habilidade visuais, musicais, artísticas, entre tantas outras. Temos aqui, na Casa, cerca de 10 projetos de lei, mais de 20 requerimentos, e eu gostaria de destacar um que foi enviado ao prefeito do Recife e ao governo do Estado, em 2021, com o objetivo de criar um Centro de Referência estadual para pessoas com espectro autista”.

“São pessoas que precisam do nosso respeito, carinho, amor e acolhimento. Principalmente as famílias. Porque quando se fala em espectro autista, a gente pensa muito nas crianças, mas precisamos refletir que elas vão crescer e se tornar adultos. Então, desde a primeira infância, até a fase adulta, precisamos pensar em políticas públicas”.

Foto – Divulgação/CMR

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