VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS: GOVERNOS ESTADUAIS DEFINEM PROTOCOLOS PARA COMBATER AMEAÇAS

Governos estaduais divulgaram na última semana protocolos de ações para combater ameaças à comunidade escolar. Em geral, a partir das características e estruturas de cada unidade federativa, foi proposto que as secretarias atuem de forma integrada também com os órgãos de inteligência

As alternativas incluem, por exemplo, ampliação do policiamento escolar, telefones para denúncia e até medidas como o “botão do pânico”.  Por outro lado, professores chamam a atenção para o fato de que é necessário aperfeiçoar medidas protetivas, e que as secretarias atuem em rede. Informações são Agência Brasil.  

Nas administrações estaduais, o fluxo que deve ser seguido para dar agilidade às denúncias foi pormenorizado para que as reações contra a violência sejam mais rápidas.

Em Pernambuco, o governo Raquel Lyra anunciou a ativação de um número de telefone exclusivo para emergências escolares (197). A finalidade é que  professores, alunos, pais ou qualquer pessoa que tenha conhecimento de ameaças possa acionar a segurança pública. As informações terão sigilo garantido.

A Secretaria de Segurança Pública enfatizou que a comunicação com as famílias é primordial para o combate à violência nas escolas. Dentre as resoluções contidas no protocolo estadual, estão previstas, o treinamento dos profissionais como caminho de prevenção, além de ampliação do policiamento escolar. 

Os trabalhos incluem ainda o videomonitoramento, reforço da Patrulha Escolar e criação de uma central de monitoramento.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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