ANDERSON FERREIRA REBATE CRÍTICAS FEITAS AO PL SOBRE CANDIDATURAS:”ENTRARAM NO MODO DESESPERO”

Blog da Folha

Executiva do Partido Liberal (PL) em Pernambuco se reúne na manhã desta quinta-feira (25), na sede da agremiação, no Recife, para decidir se lança ou não candidaturas próprias ao governo do Estado e ao Senado. A reunião fechada ocorre após uma semana marcada por especulações que colocaram a legenda em evidência.

A movimentação do partido gerou reações de líderes alinhados à direita. Nomes como o ex-ministro Gilson Machado – que recentemente trocou o PL pelo Podemos – e o presidente estadual do Novo, Técio Teles, alegaram que a legenda perdeu o “timing” para construir um projeto competitivo.

Diante das críticas e das narrativas de isolamento, o presidente do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira, adotou um tom provocativo e incisivo. Para ele, a reação dos adversários e de antigos aliados reflete o crescimento e o peso político que o partido conquistou.

“Entraram no modo desespero. Subestimaram o partido lá atras. O PL era visto como o patinho feio porque aqui era terra de Lula. Não queriam por perto, mas bastou o patinho se movimentar que começaram a criar suas narrativas”, disparou Anderson, que também aproveitou para questionar as motivações de partidos e líderes políticos que criticam a postura do PL, considerando estranho o comportamento deles. 

“O que um partido como o Novo tem a ver com as decisões do PL em Pernambuco? Esses atores que estão fora do ninho do PL devem estar a serviço de alguém para tentar atrapalhar o protagonismo da legenda em Pernambuco”, indagou.

LEGITIMIDADE

Anderson Ferreira defendeu a legitimidade da agremiação no pleito deste ano, lembrando a força da legenda na eleição de 2022. “O PL teve candidato a governador e a senador. É um partido com total legitimidade. Cada movimento vai ajudar alguém ou vai atrapalhar alguém. Tudo virou narrativa para poder desconstruir o que o PL representa”.

Lembrou que Pernambuco deveria seguir a lógica de outras unidades da federação. “Todos os estados têm candidatos a governador ou estão atrelados a uma chapa majoritária. Em Pernambuco, criaram esse transtorno. Até os que saíram do ninho e outros que gostariam de fazer parte desse ninho”, ironizou.

Ressaltou ainda possuir respaldo do presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, e sustentou que as decisões locais buscam equilibrar os resultados regionais com o projeto nacional do PL. “Eu tenho o respaldo de Valdemar. Sou eu quem entrega os resultados do PL em Pernambuco. Existe o sentimento da nacional de ter candidatura, como acontece em todo o Brasil. É uma situação de construção delicada, não é fácil”, admitiu.

Foto – Divulgação

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