ATENTADO EM BRASÍLIA: BOMBA ERA POR INTERVENÇÃO MILITAR, DIZ SUSPEITO DETIDO

Homem detido pela Polícia Civil do Distrito Federal por colocar uma bomba nem um caminhão de combustível próximo ao aeroporto, deu detalhes sobre o atentado que planejava. As informações são da  Folha de São Paulo.

George Washington de Souza, disse em depoimento que, o ato de terrorismo foi planejado com outros manifestantes prol Bolsonaro, que estão instalados próximos ao Quartel-General do Exército e que outros explosivos iriam ser instalados em pelo menos dois locais da capital federal.

Os outros explosivos seriam instalados em postes próximos a uma subestação de energia de Taguatinga e  ao aeroporto, local onde foi um dos artefatos foi removido pela Polícia Federal. A razão seria provocar “um estado de sítio” e “provocar a intervenção das Forças Armadas”, segundo depoimento prestado pelo suspeito.

Ele também informou que conversou com PMs durante a prisão, ,no último dia 12 do indígena gena José Acácio Xavante e que acreditou que os agentes estavam ao lado de Bolsonaro e que a “intervenção seria decretada”.

“Passado um mês e nada aconteceu, então eu resolvi elaborar um plano com os manifestantes do QG do Exército para provocar a intervenção das Forças Armadas e a decretação do estado de sítio para impedir a instauração do comunismo no Brasil”.

“Uma mulher desconhecida sugeriu aos manifestantes do QG que fosse instalada uma bomba na subsestação de energia em Taguatinga para provocar a falta de eletricidade e dar início ao caos que levaria à decretação do estado de sítio”, disse o suspeito a Polícia Civil de Brasília.

O suspeito afirmou, ainda, que estava no acampamento e entregou um controle remoto e quatro acionadores para um desconhecido e disse que o  material poderia ser acionado entre 50 e 60 metros.

Segundo George Washington, o desconhecido se chamava Alan, que insistiu para que a bomba fosse colocada na subestação, mas ele não concordou com a ideia e quis colocar no estacionamento do aeroporto. Por fim, ele explicou que gastou R$ 160 mil para comprar todo o armamento encontrado pela Polícia Civil durante busca e apreensão em seu apartamento.

Foto – Reprodução Twitter

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