FEDERAÇÃO DOS PLANTADORES DE CANA DO BRASIL PEDE CELERIDADE DA ALEPE NA APROVAÇÃO DA LOA

Com os recentes imbróglios que envolvem a aprovação final do texto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, setores comerciais de Pernambuco, como o da cana-de-açúcar, manifestam preocupação e pedem celeridade na tramitação do documento.

A Federação dos Plantadores de Cana do Brasil – Feplana enviou um ofício nesta quinta-feira (02) ao presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe, deputado Álvaro Porto (MDB) e aos deputados oposicionistas ao governo estadual, pedindo que eles adotem uma postura que vise o bem comum dos pernambucanos.

 A LOA já foi aprovada, mas sua redação final ainda não foi definida por conta de impasses entre o governo estadual e a bancada de opocição da Alepe. Com isto, o setor da cana segue no aguardo dos fertilizantes propostos no orçamento pelo governo de Pernmabuco para amenizar a crise derivada do tarifaço dos Estados Unidos sobre o açúcar e o etanol do Brasil. 

O setor canavieiro é estratégico para Pernambuco diante da sua relevância socioeconômica, na geração de milhares de empregos diretos e indiretos, enquanto base de renda para pequenos e médios produtores rurais e na dinamização da economia regional e na arrecadação estadual”, afirma Paulo Leal, presidente da Feplana, no ofício.

No documento, a Feplana manifesta preocupação com a atual situação do setor canavieiro pernambucano e solicita a célere apreciação e votação da Lei Orçamentária Anual do Estado. “O setor de produção de cana-de-açúcar em Pernambuco enfrenta um cenário particularmente adverso, marcado pela elevação dos custos de produção”.

“E também pela redução dos preços praticados no mercado, pelos efeitos negativos decorrentes de distorções no comércio internacional, e pelos riscos concretos de queda de produtividade, comprometimento da safra e descapitalização dos fornecedores independentes”, alerta o ofício enviado ao presidente da Casa de Joaquim Nabuco, Álvaro Porto. 

Foto – Divulgação

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