Após seu retorno em junho, o público pediu e o clássico pernambucano, Um sábado em 30, está de volta em sessão única, neste domingo (20), às 19h no Teatro do Parque, Bairro da Boa Vista. Encenada por décadas pelo TAP – Teatro de Amadores de Pernambuco com grande sucesso de público e crítica, a peça está de volta com a produção do Grupo Teatro de Raízes de Pernambuco e Capibaribe Produções.
Agora, em uma nova e emocionante montagem dirigida por Roberto Oliveira, o espetáculo retorna aos palcos reunindo nomes de destaque da dramaturgia como: Renato Phaelante, Clenira Melo, Isa Fernandes e Ivanildo Silva. E ainda atores do Grupo Teatro Raízes de Pernambuco – que reúne novos talentos reforçando a atualidade e potência da narrativa, sem jamais deixar de seguir o brilhante texto de Luiz Marinho.
Grande expectativa gira na volta do espetáculo, após um hiato de 10 anos nesta terceira apresentação, agora, no Teatro do Parque. A peça retrata bem a história da vida pernambucana, de família do interior de Timbaúba, em 1930, com seus causos, falas e costumes.

O espetáculo tem momentos de cantos e danças populares. Uma peça que não perde esta referência onde todo mundo acaba se identificando com sua dinâmica de ação cénica mais rápida que é exigido pelo momento atual.
“Estamos no aguardo de um [lindo público] – o retorno está sendo maravilhoso, fomos abraçados com um [público lindo] e caloroso, a expectativa está sendo a melhor possível. Queremos que isso se repita, da melhor forma possível. As pessoas que ainda não foram assistir convido para conhecer uma história com muitas referências pernambucanas”. – destacou a atriz Clenira Melo.
SOBRE A PEÇA
A história se passa durante a Revolução de 1930, tendo como pano de fundo uma família burguesa conservadora, que não aceita que suas filhas se envolvam com “qualquer pessoa”. Enquanto isso, o filho da família se apaixona pela empregada doméstica, dando início a um romance carregado de encontros, conflitos, amor e rejeição.
Tudo permeado por muita comédia, crítica social e fofocas hilárias. E quem rouba a cena é Sanana, uma senhorinha de 80 anos que comanda o ritmo da peça com tiradas afiadas e participação decisiva no desenrolar da trama. Prepare-se para reviver ou conhecer esse marco do teatro nacional, que promete emocionar, fazer rir e matar a saudade do público pernambucano.
Fotos: Fernando Marques




