O ex-secretário de Educação do Paraná, empresário Renato Feder deve ser o nome escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Educação e Cultura – MEC, segundo informações repassadas pelo Palácio do Planalto, na manhã desta sexta-feira (03). Feder já havia se reunido com o Presidente antes da opção por Decotelli, que pediu demissão, depois de denúncias sobre incoerências em seu currículo.
Expectativa é que o anúncio oficial seja feito ainda nesta sexta-feira (03). Renato Feder tem 42, anos. No Paraná, os contatos com empresários e terceiro setor fizeram com que fosse indicado para o cargo de secretário da Educação, ano passado. Nesta pandemia, o Estado é um dos que tem se destacado por ter criado rapidamente um sistema de Educação a Distância bem estruturado, com aulas online.
Segundo fontes, sua relação com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pode ter inviabilizado a escolha do Presidente anteriormente. O empresário doou R$ 120 mil à campanha do tucano para prefeito da capital paulista, em 2016. Na época, Feder era proprietário da Multilaser – uma empresa da área de tecnologia. O nome dele não consta entre os doadores da campanha de Dória para governador.




