EM CARUARU, MIGUEL REFORÇA COMPROMISSO DE DUPLICAR E RECUPERAR ESTRADAS DO AGRESTE

Em visita a Caruaru, o candidato a governador Miguel Coelho (União Brasil) disse nesta quinta-feira (25) que fará um amplo programa de recuperação e duplicação das estradas do Estado. Ele criticou o atual governo pela falta de manutenção da BR-232 e da demora em concluir as obras da BR-104.

Através de concessão, Miguel quer recuperar o trecho da BR-232 entre a saída do Recife e o Município de São Caetano, bem como duplicar a rodovia até Custódia, interligando o Agreste ao Sertão. O Candidato a governador ainda se comprometeu em levar a duplicação de São Caetano até Garanhuns.

“A gente vai cuidar da BR-232 fazendo a concessão, que é diferente de uma privatização, para recuperar o trecho já duplicado, da saída do Recife a São Caetano, mas também alavancar o dinheiro para fazer a duplicação até Custódia”.

“A gente está falando de uma ampliação de mais de 180 quilômetros – mais que o dobro do que já existe. Isso é importante para integrar o Agreste e o Sertão e interiorizar o desenvolvimento”, afirmou Miguel durante sabatina na Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic)

As obras na BR-232 fazem parte de um amplo programa de investimentos com dois eixos: duplicação de 300 quilômetros de rodovias e recuperação da malha viária do Estado.

“Vamos concluir também a obra da BR-104. É um vexame para Pernambuco ver uma obra se arrastar por oito anos, o que afeta diretamente o principal vetor econômico da região – que é o polo de confecções”, anunciou Miguel.

Ele destacou ainda as intervenções na BR-423 entre São Caetano e Garanhuns, em parceria com o Governo Federal, e nas rodovias estaduais PE-90, para conectar o Agreste Setentrional com a Mata Norte, e a PE-45, que liga Vitória a Escada.

Além das obras de duplicação, Miguel afirmou que vai implementar um programa permanente de recuperação de estradas, com investimentos previstos no valor de R$ 400 milhões por ano.

“Não é tapa-buraco. É recuperar as estradas de fato, refazendo a malha viária da maioria das estradas, começando por aquelas que têm mais movimento”, pontuou Miguel Coelho.

Fotos: Pipo Fontes

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