A partir de fevereiro deste ano, os segurados do INSS que não realizarem a prova de vida pendente do ano passado correm o risco de ter o benefício bloqueado, suspenso ou até mesmo cancelado.
A atualização é necessária para confirmar que os beneficiários estão vivos, garantir que os pagamentos continuem sendo feitos e também evitar fraudes. Até então, a obrigatoriedade estava suspensa devido à pandemia da Covid-19, mas, em 31 de dezembro de 2021, voltou a valer.
Segundo o advogado especialista em Direito Previdenciário, Almir Reis, a prova de vida deve ser regularizada de acordo com o calendário estabelecido pelo INSS, que vai de 28 de fevereiro até 30 de junho de 2022. Hoje, há cerca de 3,3 milhões de beneficiários no País, com pendência de atualização.
COMO FAZER
De acordo com o Advogado, a atualização de cadastro é simples e pode ser realizada em caixas eletrônicos e agências bancárias. Outra opção é na forma digital.
Quem possui biometria facial cadastrada do Departamento Estadual de Trânsito – Detran, ou Tribunal Superior Eleitoral – TSE pode acessar o aplicativo Meu INSS e inserir as informações. No caso de cancelamento, o segurado terá que ligar para a Central 135 e agendar o serviço de reativação de benefício.




