CAIXA ECONÔMICA SE PREPARA PARA RETOMAR RASPADINHA EM ATÉ 60 DIAS

Caixa Econômica Federal se prepara para colocar de volta a Loteria Instantânea Exclusiva – Lotex, também conhecida como raspadinha, em até 60 dias, segundo apurou o Poder360. Ou seja, a tendência é de que o lançamento seja feito na segunda quinzena de outubro.

A expectativa do banco é de que a arrecadação com o produto atinja até R$ 2 bilhões, numa estimativa conservadora. A instituição financeira comercializará o jogo com exclusividade por 24 meses. A quantia projetada para a receita se refer a este período. O prazo de exclusividade passa a contar a partir da 1ª emissão de bilhetes do produto lotérico em meio físico ou digital.

Em março, o presidente da Caixa, Carlos Vieira, havia adiantado a estimativa. A intenção inicial era de que o produto já estivesse sendo vendido no 1º semestre de 2024, mas havia questões pendentes quanto à operacionalização. Em 22 de julho, a Caixa Loterias – subsidiária do banco – fechou contrato com o consórcio LTX Brasil. A remuneração da empresa que prestará serviços será por me…

FUNCIONAMENTO

Dos valores a serem arrecadados, 65% serão destinados ao pagamento total de prêmios. Na prática, a quantia que retornará para o apostador. Além das casas lotérica, as apostas poderão ser feitas de forma virtual, com um simulador. Os prêmios até R$ 2.259 serão resgatados nas loterias. A partir desse valor, o ganhador terá de se dirigir a uma agência da Caixa. Os valores das apostas são de R$ 2,50 a R$ 20.

Para o bilhete mais barato, os prêmios devem atingir até R$ 250 mil. O valor máximo de cada jogo resultará em pagamentos de até R$ 2 milhões. Em 2015, quando a raspadinha havia sido descontinuada, os jogos custavam de R$ 0,50 a R$ 2. Naquela época, o prêmio máximo era de R$ 600 mil. Também há uma parte do jogo voltada a áreas sociais (16,7% de tudo o que for arrecadado).

A Lotex operou no Brasil dos anos 1960 até 2015, quando foi descontinuada por determinação da Controladoria Geral da União – CGU, que contestou a legalidade da operacionalização. Em 2018, uma nova legislação retomou a modalidade na forma de concessão, por meio de processo licitatório.

Foto: Poder 360

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