COVID-19: MINISTRO DA SAÚDE ANUNCIA INCLUSÃO DE ADOLESCENTES NO PLANO DE VACINAÇÃO

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta terça-feira (27), que adolescentes de 12 a 17 anos serão incluídos no Plano Nacional de Imunização – PNI contra a Covid-19. A inclusão será iniciada após envio da primeira dose para a vacinação de adultos com mais de 18 anos.

Adolescentes com comorbidades serão os primeiros a serem imunizados. A medida foi acertada durante reunião entre o ministério e representantes de estados e municípios.

Também foi definido que, após a distribuição da primeira dose dos imunizantes para todo o País, o Ministério da Saúde deve decidir sobre a antecipação do intervalo entre as duas doses da Pfizer, que, atualmente, é de 90 dias. Na bula do fabricante, o intervalo é de 21 dias.

A redução é estudada para acelerar a imunização diante do crescimento dos casos de pessoas infectadas com a variante delta do vírus da covid-19.

“Nossa expectativa é atingir a população acima de 18 anos vacinada até o começo de setembro. A partir daí, vamos discutir a redução no intervalo da dose da Pfizer, assim a gente avançaria com a segunda dose em um número maior de pessoas e também os abaixo de 18 anos”, explicou o ministro. 

Os estados e municípios ainda deverão seguir as orientações do Ministério da Saúde sobre os intervalos entre as doses de vacinas e outras recomendações do PNI.

CONFIANÇA

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, convocou os 4 milhões de brasileiros que já têm direito, mas ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a cCovid-19, a procurar um posto de saúde e atualizar o esquema vacinal.

“As vacinas são seguras e devem ser utilizadas”, disse o Ministro em entrevista ao Programa Brasil em Pauta que vai ao ar neste domingo, às 20h30. “Vocês devem confiar nas vacinas”, afirmou.

Sobre os brasileiros que estariam escolhendo o imunizante, Queiroga disse que “vacina boa  é a que está disponível no posto e é aplicada em cada um dos brasileiros”. O ministro lembrou que todos os imunizantes disponíveis para vacinação no Brasil receberam o aval da Anvisa e, portanto, são seguros e eficazes.

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