DIA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DO AUTISMO: OLINDA PROMOVE SEMINÁRIO VOLTADO AO TEMA

Prefeitura de Olinda realizou, na manhã desta quarta-feira (02), um seminário voltado para a atenção e os cuidados com pessoas neurodivergentes. O evento, realizado no auditório da prefeitura, reuniu profissionais da saúde, educação e assistência social que atuam no atendimento a indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A iniciativa marca o início de uma série de ações que serão promovidas ao longo do mês de abril e que terão continuidade durante todo o ano. A prefeita Mirella Almeida (PSD) participou da cerimônia, ressaltando a importância das políticas públicas para a construção de uma sociedade mais inclusiva. Durante seu discurso, anunciou novidades para o atendimento às pessoas autistas.

“Estamos reabrindo o Núcleo Infantil de Integração (NIDI), mas não vamos parar por aí. Vamos criar a ‘Casa do NIDI’, um espaço mais amplo e especializado, onde serão oferecidas diversas terapias. Além disso, todos os profissionais que atuarão no NIDI serão concursados, garantindo um atendimento contínuo e de qualidade”, destacou a Prefeita.

Para Elaine Farias, coordenadora de Saúde Mental do município, o seminário foi essencial para fortalecer a capacitação dos profissionais e incentivar o diagnóstico precoce do TEA. “Organizamos o evento com uma abordagem mais técnica, para sensibilizar os profissionais em diferentes níveis de atendimento, desde a atenção básica até os serviços especializados”.

“A detecção e a estimulação precoces aumentam significativamente as chances de desenvolvimento da criança”, explicou Elaine. O diretor de Políticas Estratégicas da Secretaria de Saúde, Diego Ramalho explicou que o seminário é apenas o começo de uma série de atividades planejadas pela gestão.

“Teremos outras iniciativas, incluindo um evento voltado diretamente para as pessoas com TEA, uma ação chamada ‘Cuidando de Quem Cuida’, dedicada a mães e pais, e a criação de uma sala multissensorial. Esse espaço permitirá que os profissionais experimentem sensações semelhantes às vividas por pessoas com autismo, promovendo maior empatia e compreensão”, detalhou.

Foto: Alice Mafra/Secom Olinda

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