Deputada estadual delegada Gleide Ângelo (PSB) conseguiu mais uma importante conquista, com relação ao enfrentamento da violência doméstica e familiar, em Pernambuco.
Após intensa articulação política junto ao governador Paulo Câmara, o Secretário de Defesa Social, Humberto Freire e a secretária da Mulher do Estado, Ana Elisa Sobreira – foi confirmada a instalação de novas unidades policiais especializada na questão.
Os municípios beneficiados com a iniciativa são: de Olinda, Palmares, Arcoverde e Salgueiro – sendo esta última criada desde 2008, por meio da Lei Nº 13.457, porém jamais implantada, até a presente data.
A escolha das cidades se deu a partir de critérios como a quantidade de registros policiais de crimes praticados contra as mulheres, especialmente os decorrentes de violência doméstica e familiar, além de casos de feminicídio e estupro, assim como o quantitativo de medidas protetivas de urgência de solicitadas.
Desta maneira, de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Defesa Social, Olinda e Arcoverde figuram entre as 10 cidades com maior número de registros de violência doméstica e familiar em 2020, com mais de 2.600 casos. Já a cidade de Palmares lidera quando o recorte se reduz à mata sul pernambucana.
“Foram muitas reuniões, mas os números traduzem a necessidade e comprovam a urgência na criação desse primeiro grupo de novas Delegacias de Atendimento à Mulher, que estará em funcionamento até o final do ano”.
Outras regiões também serão contempladas com outras unidades, mas, enquanto isso, conseguimos a criação de núcleos que também vão beneficiar as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar”, explica a Parlamentar, ao se referir a implantação dos Núcleos de Atendimento à Mulher em todas as delegacias do Estado.
Serão espaços instalados dentro das delegacias distritais e formados por uma equipe técnica multidisciplinar e especializada no atendimento específico às mulheres vítimas de violência.
“Aproximar o equipamento público e especializado da população é mais um degrau para que todas as pernambucanas possam contar com o atendimento apropriado”, concluiu Gleide Ângelo.




