Investigadores inscritos no Teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais passaram duas semanas (de 6 a 17 de outubro) conhecendo os códigos-fonte e o funcionamento das urnas eletrônicas. Eles devem apresentar, até esta sexta-feira (24), os planos de teste que serão colocados em prática na semana de 1º a 5 de dezembro. Iniciativa objetiva garantir a segurança do processo eleitoral brasileiro.
A edição de 2025 do Teste da Urna será feita nos sistemas que serão utilizados nas Eleições Gerais de 2026. Dos dias 1º a 5 de dezembro, as pessoas que tiverem seus planos de testes aprovados pela Comissão Reguladora comparecerão ao Tribunal Superior Eleitoral – TSE para executá-los. O intuito, segundo o site do gtrivbunal é fortalecer a confiabilidade, a transparência e a segurança da captação e da apuração dos votos, além de ajudar no constante aprimoramento do processo eleitoral.
Na etapa de análise dos códigos-fonte, a presença dos investigadores do Tribunal Superior Eleitoral -TSE não é obrigatória. Dos 148 inscritos, 49 optaram por conhecer os códigos-fonte para a elaboração do plano de teste – 24 compareceram na primeira semana e 25 nesta. Além da Subseção de Sabará da OAB-MG, eles representam entidades como a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (USP).
Os demais investigadores também devem encaminhar os planos, mesmo sem terem participado desta etapa, até porque muitos deles participaram de edições anteriores e já conhecem os sistemas. No dia 7 de novembro serão divulgados os planos de teste aprovados.
A participação no Teste é limitada a até 15 inscrições, individuais ou em grupo e os grupos poderão ter até três participantes cada um. Terá a inscrição selecionada a investigadora, o investigador ou o grupo com pelo menos um plano de teste aprovado pela Comissão Reguladora. A participação presencial nas atividades do evento será limitada a 45 pessoas de forma simultânea, para garantir o bom andamento dos trabalhos.
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