Deputado federal Mendonça Filho (União-PE) comemorou o cancelamento do curso de Medicina exclusivo para assentados da reforma agrária e membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
A medida atende uma ação popular movida pelo vereador do Recife Tadeu Calheiros (MDB) e aceita pela Justiça Federal. A decisão é uma conquista dos estudantes que sonham em ingressar na universidade pública. Vitória para o filho do agricultor, do trabalhador, do operário, dos estudantes da rede pública, dos cotistas, que passam anos estudando para entrar na UFPE com mérito e dedicação”, disse Mendonça Filho.
O parlamentar, ainda se posicionou contrário a criação das 80 vagas em medicina, uma vez que dispensavam o ingresso pelo Enem ou Sisu. “Esse curso foi criado de forma absurda, sem respeitar as regras que valem para todos os jovens do Brasil. Seguiremos firmes contra qualquer tentativa de usar a educação como instrumento político”, disse Mendonça Filho.
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