MUNICÍPIOS COBRAM DE BOLSONARO ALINHAMENTO NACIONAL PARA CONTER PANDEMIA


Foto: Sérgio Lima/Poder

A Confederação Nacional de Municípios – CNM divulgou nesta 3ª feira (23) Carta Aberta, na qual cobra do presidente Jair Bolsonaro “o papel constitucional de coordenação nacional” no enfrentamento à pandemia de coronavírus no país e pede o alinhamento entre as esferas de governo e de poder”.

“É hora de focar no presente, produzir resposta efetiva, colocar a evidência científica como norte e despolitizar a pandemia, superando divergências e priorizando a defesa da vida para estancar as milhares de mortes e aplacar o sofrimento das famílias brasileiras”, diz a Confederação.

“Agora, na pior fase da pandemia, com resultados trágicos cuja dimensão social e econômica ainda é incalculável, o movimento municipalista reitera que a soma de esforços representa o único e inadiável caminho, no qual o papel de coordenação da União faz-se indispensável”, acrescenta.

A CNM defende que Bolsonaro deve estar “pessoalmente empenhado” na execução de campanha de comunicação em prol da eficácia e da segurança das vacinas, além da defesa das medidas não farmacológicas, como: o distanciamento social, o uso de máscaras e álcool gel, que vêm sendo adotadas em todo o País. por estados e municípios.

Faz-se urgente também a implementação de medidas pela União nas atividades de âmbito nacional, dando maior efetividade às ações dos demais Entes federados”, afirma. A Confederação afirma que agora não é o momento de responsabilizar ninguém sobre o agravamento da pandemia no País, mas que é “urgente” que todas as autoridades públicas do País trabalhem de forma harmônica e colaborativa. Esse alinhamento é o único caminho para frear o crescimento geométrico de casos diante de um sistema de saúde colapsado, com esgotamento estrutural e pessoal.”

Segundo a CNM, o Governo Federal deve priorizar ações emergenciais para o fomento à produção e à importação de neurobloqueadores e oxigênio, além de uma operação logística nacional para o monitoramento e o remanejamento desses insumos no território.

“Uma nação não pode aceitar cidadãos morrendo sufocados ou tendo que suportar dores indescritíveis decorrentes de intubação sem anestesia. O Brasil está em guerra contra o vírus e, na guerra, todos têm responsabilidades. A União precisa reorientar as plantas produtivas à disposição no país e, mais do que nunca, mobilizar a diplomacia internacional a fim de garantir as condições necessárias, para responder a esta batalha”, afirmam.

Fonte: Poder 360º

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