Manifestações encabeçadas pelo PT, demais partidos, ONGs, sindicatos e movimentos de esquerda foram às ruas protestar contra o presidente Jair Bolsonaro, no último sábado. Apesar de toda a estrutura mobilizada, os atos foram um completo fracasso, em todo o Brasil.
Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) estimou que cerca de 8 mil pessoas estiveram presentes na Avenida Paulista para protestar contra o Presidente Jair Bolsonaro. Em comparação, o mesmo órgão informou que, cerca de 125 mil pessoas foram à Avenida Paulista – onde aconteceram as duas manifestações – para apoiar o Presidente da República no último 7 de setembro.
Mesmo os apoiadores de iolsonaro afirmando que os números foram maiores que o apresentado pela PM paulista, a quantidade na manifestação de apoio ao Presidente apontada pela SSP é quase 16 vezes maior que a quantidade de manifestantes ruasque a esquerda levou às ruas.
O fracasso da esquerda fica ainda mais evidente, quando se observa que diversos políticos, líderes partidários e até pré-candidatos à Presidência da República foram aos protestos, mas não conseguiram contar com a adesão do povo.
Fica ainda mais claro que, as velhas estruturas dos partidos de esquerdas e centrais sindicais convocadas para o ato, não têm mais o apelo popular que tiveram nas décadas passadas. O “ator” principal da Democracia parece que virou as costas para o PT e deixou a esquerda a ver navios no meio da rua.
VIOLÊNCIA
Incidentes de violência, mais uma vez ficaram evidentes que são uma constante em manifestações de esquerda. Dessa vez, quem sofreu na pele foi o presidenciável Ciro Gomes (PDT) e o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi.
Ciro Gomes foi vaiado pela militância do PT enquanto discursava na Avenida Paulista e sofreu uma tentativa de agressão com pedaços de madeira, que também atingiram seu veículo.
Fonte: PE em Pauta




