ECONOMIA DO BRASIL SÓ CRESCE SEGUNDO OS AMIGOS: NO DIA-A-DIA É DIFERENTE

Os números apresentados pelo IBGE sobre a economia brasileira podem ser vistos por vários pontos de vista. Pela numerologia governista, a economia cresceu 2,5% no primeiro trimestre de 2024 em comparação ao mesmo período do ano passado. Contudo, se o número for só contabilizado este ano foi de 0,8%, segundo o mesmo instituto.

Ambos, 2,5% e 0,8%, vêm da mesma fonte e podem ser saudados como estupendos por quem quiser, como um ministro de Lula. Mas o Brasil real é diferente. Não é bem isso que se vê no dia-a-dia com os preços de alimentos, de bens e serviços subindo e gastos governamentais excedendo o bom senso.

Toda semana tem um lançamento ou a apresentação requentada de um projeto “social” que vai salvar os brasileiros a um custo de bilhões de reais que não se sabe de onde vão ser tirados. Em 18 meses de governo, o que se vê é a busca governamental incessante para criar mais impostos, permitindo aumentar ainda mais a desvairada gastança pública.

E O IBGE, que já teve números acreditados, hoje controlado por Márcio Pochmann, filhote de Lula, pode estar amenizando a realidade econômica do país, segundo economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central com FHC, que votou em Lula e agora desfaz o “L”. Fraga hoje é o porta-voz do desastre nacional.

Curiosamente no tempo de presidência de Cristina Kirchner na Argentina (de 10 de dezembro de 2007 a 9 de dezembro de 2015), o instituto de estatística governamental, equivalente ao IBGE, manipulou de tal modo os resultados das suas pesquisas que agravou a situação econômica do país vizinho. Portanto, o que se viu por lá pode acontecer por aqui. Os números do IBGE não batem com o custo de vida do País. Olho nele!

Por: Antonio Magalhães – Jornalista, diretor de redação de O Poder

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