O pré-candidato a governador Miguel Coelho (União Brasil) acompanha os desdobramentos da crise de segurança na praia de Porto de Galinhas, no Município de Ipojuca. O ex-prefeito lamentou a situação a que chegou a violência na região e pediu união das forças de segurança para uma rápida resposta.
Miguel conversa desde cedo com lideranças de Ipojuca como, a prefeita Célia Sales e o deputado estadual Romero Sales Filho. Ele disse estar à disposição para ajudar e afirmou ainda que o momento exige trabalho integrado sem politizações extremas.
Em 2021, Pernambuco foi um dos estados com maior criminalidade no País, ficando com a quarta pior taxa de homicídios do Brasil. Preocupado com a situação, o Pré-candidato intensificou o debate sobre os temas da segurança e da reestruturação das polícias.
Na última quarta-feira (30), quando o Ex-prefeito de Petrolina se afastou do cargo, fez um duro discurso sobre a necessidade de um novo pacto para a segurança pública. Miguel lamentou que o PSB tenha deixado explodir a criminalidade, em Pernambuco.
“Roubos, assaltos, homicídios constantemente e um governo apático, que não valoriza e nem defende a sua força policial. Um governo que não age, que não tem atitude”, criticou o pré-candidato em sua despedida do cargo de prefeito.
Miguel ainda disse que pretende reestruturar as forças policiais e acabar com as faixas salariais tão reclamadas pelos homens e mulheres da PM.
“Temos que promover a devida valorização salarial de todas as categorias da segurança pública. Vamos acabar com as faixas da PM, promover a integração com guardas municipais e forças nacionais. Usar a inteligência para proteger os nossos homens e mulheres de farda. Vamos investir pesado para modernizar todo o aparato da segurança”, assegurou.
Por fim, Miguel Coelho, em seu discurso de despedida, mandou um recado duro para os criminosos. “A partir de janeiro, já vou avisando aos bandidos, se mudem para longe, a polícia vai botar ordem na casa”.
Foto: Ayrton Latapiat




