SUPERLOTAÇÃO NO TRANSPORTE PÚBLICO DO RECIFE VOLTA À DISCUSSÃO NA CMR

 Comissão de Acessibilidade e Mobilidade Urbana da Câmara do Recife, se reúne no próximo dia 14, às 10h para discutir uma série de projetos voltados ao setor de mobilidade, na capital pernambucana. Um dos assuntos da pauta deve ser a questão envolvendo a superlotação do Transporte Público na Região Metropolitana. A questão tem sido uma das principais prioridades do colegiado, em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

No último encontro realizado de forma virtual, na semana passada, além da discussão de projetos de lei, a Comissão acordou o envio de um documento ao Governo do Estado e ao Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano solicitando aumento na frota de ônibus que circula na cidade. Também foi discutida a necessidade de se marcar uma reunião com representantes do Grande Recife Consórcio e os membros da Comissão, ainda sem data prevista.

O encontro da quarta-feira feira passada (01), transmitido por videoconferência, contou com a presença do presidente da Comissão, vereador Fabiano Ferraz (Avante), e dos  vereadores Paulo Muniz (SD), Luiz Eustáquio  (PSB), Eduardo Marques (PSB) e Tadeu Calheiros (Podemos). Um dos argumentos defendido por todos os parlamentares foi a garantia da saúde e da vida das pessoas.

Para Tadeu Calheiros, mesmo considerando o difícil momento econômico vivido por causa da pandemia, é preciso que o Governo e o Consórcio tenham em mente, a seguinte conta: “O custo de um leito de UTI e o custo de uma viagem de ônibus”. A opinião foi compartilhada por Paulo Muniz, que destacou a economia de recursos com o aumento da frota, por evitar gastos maiores na saúde pública.

O vereador Eduardo Marques destacou que não se pode negar os problemas que os usuários do transporte público têm enfrentado nesse momento de pandemia.  Já Luiz Eustáquio enfatizou que o papel da Câmara é discutir o assunto e procurar alternativas. “É responsabilidade de todos encontrar uma saída. É responsabilidade dos empresários e do Governo. O transporte público é uma concessão pública”, ressaltou.

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